Browsing Category

Textos

Casamento, Textos

Aconteceu comigo: Filmagem Péssima do Meu Casamento

casa

Oi meninas!

Como a maioria de vocês deve saber, me casei dia 03/10/15 e, até então, tudo estava nos conformes. Inclusive, tenho vários vídeos de casamento pra gravar pra vocês, só tenham paciência por conta das extrações dos sisos <3

Resolvi hoje compartilhar com vocês uma postagem minha no facebook pessoal para alertar as noivinhas de plantão.

Lembrando que eu não fui pelo preço, não escolhi o mais barato. Eu tinha um valor X pra gastar com filmagem e procurei os profissionais que ofereciam o serviço dentro desse valor.

Não escolhi sem ver, aliás, a Mari me ajudou a escolher, vimos vááários vídeos de vááários fornecedores. Ou seja, foi um problema que aconteceu só comigo? Pode até ser, mas quando se trata de casamento não pode haver um erro gritante, desse tamanho, com ninguém.

Vamos lá:

(NOIVAS, CUIDADO NA ESCOLHA DOS FORNECEDORES)
Como toda noiva eu gostaria muito de chamar todos os queridos convidados do nosso casamento para vir em casa assistir ao DVD com a filmagem de um momento único nas nossas vidas.
Mas infelizmente isso não será possível porque a filmagem ficou lamentável.
A imagem tremida, desfocada, cortada, sem qualidade. O som da vontade de chorar. Tanto na cerimônia como na festa.
Pensei que tivesse escolhido muito bem cada profissional que ia estar ao nosso lado mas infelizmente errei. Somente em um quesito. Mas errei.
Já senti arrependimento, tristeza, vergonha, raiva, constrangimento, mas agora só resta aprendizado de que numa próxima vez (aniversário de filho, bodas…) eu saberei prestar mais atenção e não errarei novamente.
O que me alivia é que os outros profissionais fizeram um trabalho tão incrível que vale a pena agradecer de novo:
João Basto’s com o Buffet maravilhoso! Nem sei o que foi melhor: a comida ou a sua equipe. Impecáveis.
Agnaldo Daniel Santos e sua esposa que fizeram um trabalho incrível na fotografia, e graças a vocês temos lembranças bonitas para mostrar aos outros.
Robson DjRobson que animou todo mundo do começo ao fim! Um profissional super dedicado.
Jason Marques por ter sempre nos atendido tão bem e ter encantado a todos na cerimônia com a música, uma pena a filmagem não ter mostrado esse momento tão maravilhoso.
Sueli Decorsu pela decoração incrível da igreja e por todo cuidado em deixar tudo perfeito antes da nossa chegada.
Obrigada a nossa família, padrinhos e amigos que fizeram o dia 03/10/15 ser tão especial. Graças a vocês tudo valeu a pena
Ps: a filmagem tá tão ruim que chegou ao ponto de eu preferir estar aqui escrevendo isso ao invés de passar mais raiva olhando pra TV enquanto o DVD roda.

Ainda não fiz um post aqui sobre os fornecedores mas, farei e recomendo todos os outros que contratei, menos a filmagem.

Aliás, ocorreu um atraso gigante na entrega do DVD, o prazo no contrato era de 45 dias, entrou com quase 5 meses de casamento, veio péssimo, muito péssimo mesmo, reclamamos, semana passada veio outro, péssimo também.

E é isso meninas, espero que isso não aconteça com ninguém!

Beijos!

Gostou? Compartilhe:

    Sem categoria, Textos

    Minha amiga está sendo traída, e agora?

    TODO MUNDO já passou por esse drama: descobriu que a amiga estava sendo traída e não soube o que fazer. Não é mesmo?

    Tem situações que são mais fáceis, por exemplo: anos atrás descobri que um colega meu estava sendo traído. Só que a namorada dele (olha o rolo!) estava traindo com um cara que também tinha namorada. Aí, a menina descobriu e contou tudo no facebook. Meu único trabalho foi mandar o link da publicação pra ele.

    Eu tinha provas. Eu tinha a história toda. Foi “simples”.

    Mas praticamente nunca as coisas são assim.

    Geralmente, um amigo te conta que viu o namorado da fulana em tal balada, sem ela. Não temos ibagens, não temos provas, não temos nada além do amor doido e eterno da sua amiga pelo namorado babacão.

    O que você faz nesse caso?

    Euzinha reajo de acordo com a amiga. E só a gente conhece o suficiente pra saber se vale a pena falar ou é melhor se fingir de morta.

    Exemplo: se fosse a Mari que estivesse sendo traída eu mataria o Luccas eu contaria sem dúvida, porque sei que ela iria acreditar e ia correr atrás da história.

    Mas, tem amiga que você sabe que é tão cegamente apaixonada que é mais fácil ela brigar com você e continuar com o namorado. E ainda por cima falar mal de você pra ele porque você ficou inventando coisa.

    É difícil minha gente.

    Já vi caso da namorada pegar o namorado com outra na balada, ir tirar satisfação, o cara xingar ela e ela ainda correr atrás.

    Quando a sua amiga é assim é melhor você se fingir de morta.

    Até porque, geralmente o cara sabe que a namorada dele jamais vai acreditar em amiga nenhuma e dá o bonde/balão (ou seja lá como se chama na sua região) na maior cara de pau. Vai com os amigos em comum, vai nos lugares que vai com a namorada e assim por diante.

    “Ai Dai, mas eu quero muito contar porque eu gosto muito da minha amiga!” Olha, se você quer contar a qualquer custo e correr o risco de perder a amizade dela, conte. Vai na fé.

    Ou você também tem a opção de aparecer de surpresa em uma das baladinhas que ele for sem ela e conseguir uma foto, uma filmagem, um snap, não sei gente, usa a tecnologia aí gata.

    E sei que tem muita gente que fala “eu não conto, não é da minha conta, é a vida deles”. E ok você pensar assim. Mas, como eu gostaria MUITO que me contassem se algo do tipo acontecesse eu também acho válido tentar contar pra amiga se for possível sabe?

    Manda uma indireta, tipo “Fulana, o que vocês fizeram sexta passada?” e manda um “ahn” depois que ela responder.

    Eu, no caso, se a pessoa fosse apaixonadinha mas muito minha amiga ia tentar pegar o cara no pulo, filmar, tirar foto, gravar áudio, snap, vídeo no instagram, enfim, juntar todas as provas possíveis e jogar na roda.

    Se não for tão amiga não compensa o risco. Vai que o cara é doido né? Nunca se sabe.

    E vocês meninas, já passaram por isso? O que fizeram?

    Beijos!

     

     

     

    Gostou? Compartilhe:

      Casamento, Comportamento, Textos

      Casamento – Como é a convivência?

      conv

      Essa pergunta pode ser respondida com apenas duas palavras: muito difícil.

      Acredito que o primeiro ano de casamento seja o mais complicado de todos porque duas pessoas criadas durante a vida toda com rotinas, costumes e manias diferentes se juntam do nada tentando formar uma família e um lar.

      Tudo fica complicado até as coisas se ajustarem.

      Meu marido levanta dez mil vezes por noite pra tomar suco e ir no banheiro. Eu durmo (ou melhor, dormia) a noite inteira sem nem me mexer.

      Meu marido pendura a toalha na porta. Eu tinha um mini infarto quando via, mas tive que me acostumar. A casa é dos dois.

      Eu quando estou com preguiça deixo a casa de pernas pro ar e suja, sem nenhum problema. Meu marido tem ataque de limpeza e começa a limpar tudo ele mesmo.

      E assim vamos.

      Nas primeiras semanas é tudo lindo porque vocês ainda acham que não estão na casa de vocês e ficam com receio de tudo. Só que o tempo passa e a rotina se estabelece, a casa vira o lar e aí vocês começam a realmente descobrir com quem vocês se casaram.

      É um processo lento e doloroso que necessita de muita conversa e você vai ter que ceder muito para o casamento dar certo.

      Não adianta querer que tudo seja do seu jeito porque a casa é dos dois. Cada um vai ter que abrir mão de várias coisas se quiserem continuar junto.

      O que é certo e comum pra um pode ser errado e horrível pro outro e vocês vão ter que ir se ajustando.

      Eu, por exemplo, acho horrível a tal toalha pendurada na porta, mas, sei que ele foi criado a vida inteira fazendo isso, então, só tiro de lá quando vai ter visita em casa. Nem olho pra porta, assim não vejo a toalha e a vida segue.

      Meu marido acha errado cachorro dormir no quarto (não é nem na cama, é no quarto), só que eu sou apaixonada por cachorro, então, a noite eu levo a caminha da minha princesa pro quarto e ela dorme lá, porque, ele sabe o quanto vai doer em mim e me irritar se ele encrencar com isso.

      Se um gosta de comer sempre na rua e o outro sempre em casa, entrem em um acordo: vocês podem comer dia de semana em casa e final de semana na rua. Ou podem escolher um dia durante a semana pra ir jantar naquele restaurante que o outro adora.

      Não é o meu caso porque isso é uma das questões que a gente concorda: comemos praticamente sempre em casa e quando os dois estão com preguiça de cozinhar ou com vontade de comer fora, comemos.

      Tudo, TUDO MESMO, é questão de conversa. Não de briga, é de diálogo. Sempre vai ser preciso abrir mão e a gente tem que aprender a aceitar isso.

      Meu marido precisa acordar 6h30 da manhã pra trabalhar. Eu poderia acordar somente 8h. Mas, aproveito que já vou ter que ouvir o barulho do despertador dele, levanto, tomo meu banho, dou um jeito na casa, tomo meu café, me arrumo, tudo na calma, porque tive mesmo que acordar mais cedo. Já me acostumei. Não dói mais.

      Eu tive que abrir mão. Assim como meu marido também teve que abrir mão de várias outras coisas.

      Nós estamos deixando costumes e manias de uma “ex” família para trás para criarmos a nossa própria família, com o nosso jeito, nossos costumes, nossas manias, nossa rotina.

      E devemos lembrar sempre que não existe certo e errado. Existe a maneira que você está acostumada e a maneira que o outro está acostumado.

      Ceder é uma das palavras chave.

      Não é fácil. Se você for uma pessoa mimada será menos fácil ainda.

      Mas não é impossível.

      Seja o melhor que você puder ser. Faça a sua parte. Tente fazer dar certo.

      E lembre-se, você prometeu, perante Deus e homens que seria “…até o último dia de nossas vidas”.

      Beijos!

       

       

       

      Gostou? Compartilhe:

        Desabafos, Textos

        O dia que resolvi começar a me achar bonita

        fre

        Título meio estranho né? Mas vou explicar.

        Quem me conhece desde mais nova sabe que passei grande parte da minha vida tendo problemas com auto estima. Me achava sempre a mais feia, a menos capaz e por aí vai.

        Carreguei isso comigo durante muitos anos. Uns 10 anos, no mínimo.

        Até os meus 15 anos era praticamente impossível me ver de short ou saia, porque me achava muito magra e tinha vergonha das minhas pernas.

        Além disso, sempre achava as outras meninas mais bonitas que eu, em todos os sentidos: rosto e corpo.

        Alguns dias eu chorava por me sentir inferior. A Mari já foi testemunha disso e já me ajudou muito.

        De uns anos pra cá fui melhorando. Aos poucos. Mas ainda sentia que faltava alguma coisa sabe? E 2016 foi o ano dessa mudança pra melhor.

        Você sai de casa sempre se achando bonita?

        Eu não saia.

        Mas, em 2016 mudei, e agora, só saio de casa se estiver me sentindo bonita. Não guardo mais roupas, combinações ou maquiagem para ocasiões especiais.

        Sabe aquele batom de cor forte ótimo para baladas e festas? Agora ele faz parte do meu dia a dia. E quem me acompanha no instagram (@daicravo) percebeu isso.

        Sabe aquela selfie marota que você tem vergonha de postar para os outros não te acharem narcisista? Agora eu posto. Todo dia até se quiser.

        Eu não me importo se os outros estão me achando feia, magra, gorda, vesga, nariguda, orelhuda. Eu me importo agora com o que EU estou achando.

        E não há nada melhor pra auto estima do que você mesma se sentir bonita.

        Experimente.

        A gente MERECE sair de casa se achando bonita. Com a roupa que queria. Com a maquiagem que queria. Faz tão bem.

        E isso não tem nada a ver com se achar melhor que o outro. Tem a ver com se sentir segura. Tem a ver com se olhar no espelho e gostar do que ver. Tem a ver com tirar uma selfie e querer postar.

        Eu tenho certeza que vocês já sentiram isso pelo menos uma vez na vida. Mas merecem sentir todos os dias.

        Você é linda.

        Só falta você mesma acreditar.

         

        Gostou? Compartilhe:

          Desabafos, Textos

          A grama do vizinho é sempre mais verde (será?)

          Você já reparou como a vida de todo mundo parece melhor que a sua?

          A gente sempre acha que o emprego do outro é melhor, que a família do outro é melhor, que as baladas e passeios do outro são melhores, enfim, que a vida inteirinha do coleguinha é melhor que a nossa.

          E isso tem um motivo simples: as pessoas tem mania de só postar fotos e vídeos (agora com a moda do Snap) dos momentos mais felizes da vida dela. Ninguém quer admitir que tem problemas, que ganha mal, que parcelou aquelas roupas em 5x no cartão C&A, que o namorado vive dando balão, que a namorada é a maior barraqueira, que a balada estava um saco…

          Ninguém quer que o outro seja mais feliz que ele. Ou melhor, ninguém quer que o outro PAREÇA mais feliz/realizado que ele.

          E não, não estou dizendo que todo mundo tem que se tornar aquele colega retardado que TODO MUNDO TEM UM NA VIDA JESUS AMADO ME AJUDE! Sabe aquela pessoa que só reclama nas redes sociais o tempo inteiro? Então, não, apenas pare.

          Maaaaaaaaas as pessoas tem que parar de querer viver num conto de fadas. É normal ter dias ruins gente.

          O que não é normal é você querer fingir que tem grana e entrar no cheque especial só pra pagar o combo da balada prime, tirar várias fotos e postar na redes sociais.

          O que não é normal é você ficar postando declaração pro seu namorado que te trata igual lixo e te trai todo final de semana.

          O que não é normal é você TER QUE tirar uma foto mega feliz todos os dias e postar como “bom dia” no facebook.

          GENTE, todo mundo tem problemas. Não é vergonha nenhuma não.

          Mês passado eu estava numa bad sabe? Ficava pensando que todo mundo tinha feito escolhas boas na vida menos eu, até porque, ninguém comenta sobre isso. As pessoas conversam sobre a última viagem, sobre o último lançamento de batom líquito matte, sobre a blogueira que engravidou, casou, separou… mas as pessoas tem medo de se abrir.

          Aí, resolvi comentar com 3 grupos diferentes o que eu estava sentindo. E imaginem só a minha surpresa quando TODO MUNDO, vou repetir: T O D O M U N D O estava pensando as mesmas coisas que eu.

          Amigos que eu pensava que eram mega felizes porque trabalham em uma super empresa, tem um super cargo, ganham super bem e na verdade não. Eles também estavam pensando se fizeram a escolha certa, se realmente queriam estar naquele lugar, fazendo aquela coisa, mesmo ganhando super bem.

          Uma amiga que eu jurava que estava trabalhando na empresa dos sonhos dela simplesmente me disse que não sabia se era isso que queria fazer daqui uns anos, que estava cansada, que não queria mais.

          Um colega que atende todo mundo com um sorriso gigante no rosto e parece MUITO feliz com o trabalho disse que não vê a hora de acabar a faculdade e voltar pra terra dele pra viver no meio mato porque não aguenta essa vida de cidade.

          Por que a gente não se abre com o outro sobre esse tipo de coisa?

          Gente, se todo mundo contasse as aflições pros outros, talvez, muito talvez mesmo, a gente pudesse se ajudar. Um iria aprender com a parte ruim da vida do outro, assim como aprendemos com as coisas boas.

          Saber que o outro também tem dúvidas e medos não faz a gente se sentir bem, mas faz a gente ter força e entender que não somos só nós que passamos por esses momentos.

          É tão triste chorar sozinho no quarto por medo de que só você se sinta assim.

          Não é?

          Então vem cá, me conta suas aflições.

          A minha, no momento é achar que fiz todas as escolhas profissionais erradas.

          Me fala da sua.

          Um beijo.

          Gostou? Compartilhe: