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Superação

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Superação VI – Por Kelly Porto

E hoje a história de superação é com a Kelly Porto, e o tema será: Unhas.

Eu sempre fui uma pessoa muito ansiosa e com isso vinha o problema de roer as unhas, alias roer não, comer mesmo até a carne até sangrar, eu sei que para alguns pode parecer futilidade mas ter a unha bonita e grande era um sonho inalcançável para mim. Eu via todas as minhas amigas com unhas maravilhosas e eu com aqueles cotocos machucados. Eu chorava muito tentava de tudo, pimenta, aquele produto com sabor ruim da Avon entre muitas outras coisas mas nada adiantava.
Até que um certo dia eu estava passando em frente a farmácia aqui do bairro e um vidrinho de esmalte azul me chamou a atenção, pensei muito antes de comprar porque até então eu só usava cores super claras pois tinha vergonha de usar cores fortes naqueles cotocos tortos horríveis, minha tia me incentivou a comprar o tal esmalte de uma marca que eu não conhecia era Funny paguei 1 real por ele e nunca me arrependi, mesmo sem nenhuma experiência em esmaltação eu passei e fui me acostumando com a cor e com o passar do tempo aprendi a tirar cutícula porque antes eu era uma negação pra isso, agora com mais de um ano com as unhas lindas e grandes, sou uma viciada em esmaltes quando entro em uma perfumaria adivinha pra qual seção eu vou direto? Esmaltes claro, amo todos os tipos e cores, flocados, holográficos(quanto mais brilho melhor) clássicos, coloridos, duocrome, entre muito outros tipos que não me lembro agora.
A lição que eu quero deixar com essa minha experiência, é se eu quero eu consigo, vale muito a pena lutar pelo que se quer pois tudo na vida é possível quando se quer.

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    Superação V – Por Dai Cravo

    Sim, o post de superação dessa semana será com a minha pessoa! haha A ideia de escrever isso tudo que vocês vão ler hoje aqui surgiu quando tive a ideia da tag nova para o blog e ficou mais forte quando, esses tempos atrás, apareci em um blog que fica zuando blogueiras (?). Não, o post no blog em questão não me abalou, apenas me fez refletir o quanto as coisas foram mudando e o quanto as pessoas tem medo de se expor.
    Então, aí vamos nós:

    Fui muito magra até meus 16 anos: sem peito, sem bunda, sem perna. Até os 15 só usava roupas largas, não colocava nenhuma roupa que mostrasse minhas pernas e no colégio até pedia para os meninos me darem as calças de uniforme que estivessem sobrando (estudei no Colégio da Embraer, lá eles dão uniformes e menina não podia pegar uniforme de menino, eu tinha que pedir para os amigos mesmo).
    Nunca tive problema de ser rejeitada nem nada. Sempre tive meus namoradinhos, as paquerinhas, mas EU não me aceitava do jeito que era, EU tinha vergonha do meu corpo, EU me achava inferior a qualquer outra menina.
    Quando entrei na faculdade, com 17 anos, comecei a “me soltar” mais e a não me importar em usar roupas curtas, justas, que mostrassem a perna. Mas o meu complexo de inferioridade e a minha baixa auto estima ainda não haviam passado. E quando a pessoa é complexada não adianta os outros elogiarem, é bem complicado.
    Com 19 anos comecei a “encorpar”, e pela lógica, era para o complexo sumir. Já não era mais super magrela. Mas não, não passou e eu fiquei praticamente um ano inteiro sofrendo tentando descobrir quando tinha começado esse complexo, tentando desvendar o motivo de sempre me achar pior que qualquer outra mulher: mais feia, mais estranha, tudo, me via inferior em tudo.
    Com 20 anos decidi que iria colocar silicone, porque desde sempre meu maior trauma foram os seios pequenos. Estava tudo certo, já tinha ído no médico, já sabia de onde ia tirar dinheiro, já tinha conhecimento de todos os riscos e complicações, etc etc etc, até que meus pais resolveram me proibir de fazer a cirurgia. Esse foi o maior baque pra minha auto estima. Passei semanas chorando (a Mari acompanhou bem isso e me ajudou muito muito muito), foi horrível, horrível mesmo. Tentei procurar psicólogo, mas além da vergonha de chegar lá e falar “ó, me sinto uma merda!” pra um estranho, ainda rola que convênio e psicólogos não devem ser muito amigos porque não achei nenhum, enfim…
    Eu via pessoas com silicone e chorava, eu via menina de peito bonito e chorava, eu via atriz com silicone e chorava… a coisa chegou em um nível tenso.
    Passei cerca de uns 6 meses com problemas sérios de aceitar a não colocação do silicone e 1 ano ainda meio baqueada.
    O tempo passou e hoje em dia consigo me aceitar melhor do jeito que eu sou.
    Não me acho bonita, não me acho com um corpo bom, mas consigo olhar para o espelho e aceitar o que vejo ali. Consigo me comparar muito menos com os outros e ver mais minhas qualidades.
    Só consegui melhorar com ajuda dos amigos e do namorado. Foi muita conversa, muito choro, muitas noites pensando no motivo dessa falta de confiança toda.
    Então meu conselho é: está com algum problema, está com alguma dificuldade? Não se feche! Procure pelo menos uma pessoa com quem você possa conversar abertamente e contar tudo o que está se passando com você.

    🙂

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      Superação IV – Por Karen Morais

      Essa semana o post “Superação” é com uma amiga, que tive o prazer de conhecer esse ano e me aproximar cada vez mais, e que faz parte do blog Detalhes de Diva, Karen Morais.

      Em casa sempre tivemos cachorro, não me lembro de nenhum período da minha vida sem um melhor amigo no quintal, abanando o rabo quando me via. Acho que um dos cachorros mais marcantes em casa foi o Shazan, um fila brasileiro, lindo e tigrado, super carinhoso e mansinho com os donos, ele era nosso xodó, embora grandão e desajeitado. Mas uma terrível infecção renal o levou embora, aos 4 anos. E eu tão novinha, tinha próximo aos 12 anos, chorei e sofri muito. Eis que meu pai não agüentava mais me ver chorar, foi e comprou outro cachorro pra mim, eu queria um igualzinho o Shazan, mas me convenceram do contrário na hora da compra. Peguei sim, outro fila brasileiro, mas dessa vez preto, lindo, forte e esperto. Demos a ele o nome de Apolo, e como ele cresceu! Ficou muito grande e forte demais em pouco tempo de vida.

      No domingo de páscoa, daquele ano, ganhamos muitos ovos. E na segunda-feira ainda existiam muitos ovos esperando por mim (eu sempre fui a pessoa mais chocólatra do mundo), eu cheguei da escola ansiosa para comê-los. Almocei e fui colocar comida para o cachorro, ele super estabanado, babou na minha mão, eu dei um gritinho de nojo, coloquei o prato no chão e fui lavar a mão no tanque, enquanto isso o cachorro estava comendo desesperado. Ao voltar me abaixei peguei o prato no chão e fui colocar o restante da comida na vasilha dele. Quando de repente senti algo assustador vindo em minha direção, me lembro muito pouco do que senti, apenas me lembro que gritei, gritei muito, muito mesmo, ao ponto de ver os vizinhos trepados no muro para ver o que estava acontecendo, e fui para o tanque lavar o meu rosto. Minha mãe veio correndo e mandou o cachorro para a casa dele, aí sim eu entendi, ele havia mordido o meu rosto. Rosto esse que aos 11 anos, eu tratava com a dermatologista para não ter espinhas.

      A casa ficou cheia de sangue, peguei um lençol, coloquei no meu rosto e fomos pro pronto socorro mais próximo, eu só conseguia chorar e gritar. O curativo foi feito e eu fui pro hospital do convênio, levar os pontos no rosto. Lembro-me que a maior preocupação de todos era a cicatriz que ficaria. Levei os pontos e fui pra casa, meu rosto inchou, ficou enorme, e só escorria pus, e a pior parte: não poderia comer chocolate por um longo período, com todos aqueles ovos de páscoa espalhados pela casa. Eu fazia troca de curativos todos os dias no hospital, até que um dia a enfermeira chamou o médico para avaliar, e o mesmo me deu notícia: ficaria internada. Eu já estava tomando o antibiótico oral mais forte que podia, e a infecção não cedia e estava cada dia pior. Fiquei 7 dias internada, lembro que tinha muito medo de morrer, afinal os médicos não explicavam nada direito. O espelho do banheiro ficava coberto por um pano, para que eu não visse meu rosto. A internação, embora dolorida, foi muito amável, as enfermeiras eram um amores, e como eu gostava de crianças, fiquei na ala da maternidade, sempre ia ver os novos bebês. Tenho algumas lembranças boas
      da internação, alguns amigos e parentes foram me ver, me fazer companhia e dar apoio. Outros parentes foram me ver só para sentirem pena e ver como eu havia ficado monstruosa. A infecção cedeu, e meu rosto foi voltando ao normal e tiraram o pano do espelho do banheiro. Saí do hospital e ainda fiquei alguns dias em casa, tendo que ir ao hospital tomar a medicação. Quando voltei para a casa, todos os chocolates da páscoa estavam intactos, ninguém comeu um só pedaço, o cachorro também estava em casa, foi orientado que ficasse alguns dias em observação para ver se não havia contraído raiva. Tive que encará-lo, lembro-me do olhar de piedade dele.

      Após tudo isso, algo maior me esperava: À volta para a escola! Todos sabiam da internação, e estava um bafafá sobre o quão “monstra” eu havia me tornado. Lembro que nessa época, me olhei no espelho, vi o rosto que sempre tive tanto zelo com algo diferente. Mas pensei: ou eu me entrego e sofro, ou continuo firme. Decidi continuar firme. Fui para a escola com medo da zuação, mas fui bem recebida, os amigos me deram muito apoio, eles foram muito importantes na época. Disseram que a cicatriz era um charme, que era uma marca única. Senti-me bem melhor, e aprendi a conviver bem com isso, ainda tenho a cicatriz, mas é algo pequeno, e poucas pessoas inconvenientes me perguntam o que é. Geralmente passa sem chamar muita atenção. Tive algumas oportunidades de fazer plástica para minimizar a cicatriz, mas optei por não mexer (tenho medo de agulha! Haha).

      O cachorro foi entregue a um canil que treina cachorros pra polícia, e em troca peguei uma cocker linda e serelepe, que já está em casa há 11 anos e é extremamente amorosa comigo.

      Hoje faço parte de um blog de beleza, sei que não sou o padrão de beleza da sociedade (afinal, além disso, sou baixinha), mas o que busco é me sentir bem e encontrar a beleza que me deixa feliz! O que tiro disso tudo? As imperfeições e imprevistos fazem parte da vida, e nos fazem mais fortes, maduras e autenticas, pois através delas aprendemos a lidar com situações difíceis. Se você não está contente com algo na sua vida e tem condições, mude. Você não é obrigada a conviver com o que não gosta.
      Mas a pergunta é: quem não gosta? Você ou o padrão social que é imposto pra gente?

      Beijos

      Karen

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        Superação III – por Mitiko Tezuka

        Meninas, mais uma história de superação pra vocês, dessa vez uma longa e, como ela mesma diz, triste com um fim bonito 🙂

        Meu nome é Alexandra,tenho hoje 39 anos ,casada e mãe de 2 filhos,um de 11 anos (mestiço,fruto da primeira união) e uma menina de 4 anos,japonesinha deste segundo casamento.

        Bom…vou começar desde o início (óbvio,né?)…rsrs

        Eu conheci o meu atual marido no ano de 2003,quando já estava desgostosa da vida…tinha saído de um relacionamento turbulento,o pai do meu filho era viciado em drogas…e eu soube anos mais tarde que além do meu filho ele tinha mais 5 filhos espalhados pela cidade de São Paulo aonde eu morava naquela época.Eu,na verdade saí de minha cidade do interior por querer independência…por não aguentar mais implicâncias da minha mãe…e acabei caindo nessa,se apaixonando por um cara aparentemente carinhoso e não vendo o delinquente que ele era…eu vivia à turras com ele e sendo ameaçada constantemente por vê-lo drogado.

        Enfim,depois acabei voltando pra minha cidade já com um filho no colo,desta vez meus pais me acolheram e eu decidi que já era hora de enfrentar os meus problemas,dei um basta em tudo e graças à Deus o pai do meu filho foi embora…

        Em 2003,uma amiga me ensinou a fuçar na net ,tipo entrar em sites de relacionamento…fiquei meio com medo dessas coisas sabe…como o medo era tanto,resolvi entrar em um site da minha cidade…e olha só…a minha cidade é um ovo!!! E foi lá que conheci meu príncípe encantado! E o mais engraçado é que ele também era da minha cidade!!!Começamos a namorar alguns bons meses depois …mas eu nem sabia que o pior estava por vir.. quando teclávamos ele me contava que tinha um filho apenas…mas depois eu soube que eram dois pequenos…e que a ex dele era um terror…

        Bem…não vou entrar em detalhes,mas o que posso adiantar que até na delegacia eu fui parar por causa dessa louca! Ela nos perseguia,nos ameaçava, e ameaçava atirar os filhos da ponte…era um terror!!!

        Não bastasse isso…conheci a minha futura cobra…ops! Sogra!!! rsrs…que também era uma dissimulada…a mulher com seus 73 anos era um víbora!!Eu não escondo de ninguém que hoje eu a odeio …mas tenho motivos de sobra pra isso…ela é cadeirante…e sempre foi muito ruim pra toda a familia do tipo que gosta de ver o “circo pegar fogo”,promove brigas entre os proprios filhos…e quando a conheci ela veio até mim chorando dizendo que ninguém gostava dela e que a família a havia abandonado e que até as empregadas a odiavam e não paravam no emprego só por que queriam que ela sofresse…e eu fiquei com dó dela e fui cuidar dela por um bom tempo…no primeiro mês emagreci 8 kilos…trabalhava como uma doida,ela jogava comida no chão e fazia as necessidades no chão do banheiro só pra me ver limpando…quando eu decidi acabar com tudo isso eu já estava pesando 45 kilos…muito triste mas ao mesmo tempo feliz por estar ” finalmente magra”…já que há anos brigava com a balança…Soube mais tarde que enquanto eu a ajudava nos afazeres domésticos…ela passava todo um relatório para a ex do meu até então namorado…

        Enfim…passado tudo isso…resolvemos nos casar em 2007 ,já morávamos juntos havia dois anos e eu estava grávida de uma menina,nossa princesinha,já que eu tenho um menino e o meu marido 2 meninos,terríveis por sinal….

        Pensei…agora sim vou ser feliz!!! Mas minha vida ainda continuava uma merda…a gente brigava todos os dias…meu marido pagava a pensão alimentícia absurda (hoje em torno de 2000,00),50 % do que ganhava mais dentista,remédios,convênio médico…não nos sobrava quase nada e eu me matava de trabalhar pra ajudar em casa e tudo ia para as mãos da outra que gastava tudo em noitadas…sim…por que os filhos ficavam aqui na minha casa me perturbando…fora isso…tinha ainda minha sogra que me ligava todos os dias me ofendendo…soube depois que ela tambem fez isso com as ex namoradas do meu marido,aliás,com os companheiros de todos os outros filhos…

        Em 2008 ,após muita discussão…consegui fazer a festinha de um aninho da minha filha…e nem imaginei o inferno que eu viveria depois disso…

        Fiquei dias ouvindo reclamações sobre os gastos…e ainda com tantas encomendas que eu tinha pra entregar eu ainda tinha que aguentar os filhos dele aqui em casa toda sexta-feira até segunda de manhã. O meu filho era pequeno e os dele já eram maiores e infernizavam o meu menino…a gente discutia demais e numa dessas discussões,sofri um acidente terrível! Eu me queimei com álcool em 45 % do corpo…fiquei 28 dias internada no hospital,entre a vida e a morte…sofri chamando pelos meus filhos,temendo por não poder vê-los crescer…

        Me alertaram sofre “macumbas” que a outra havia feito…mas preferi não dar ouvidos…mas olha…nos dias em que fiquei no hospital, soube que ela ficava de plantão na portaria,na certa foi ver se havia funcionado o “trabalhinho” dela…desconfiei de minha sogra também, por que ela mesmo disse ao filho que contou para a ex dele o ocorrido…

        Entrei em depressão por 3 vezes seguidas…veja só…eu lutei contra a balança por anos…sem nunca ter sido gorda,apenas cheinha…e agora depois da queimadura,meus hormônios tomaram conta de mim…fiquei com 70 kilos,medindo 1,60m…lutei contra as manchas (sardas de gravidez) e agora estou com o rosto com quelóides …além de colo ,barriga e braços…mas estou viva!!! E isso é o que me importa…

        Depois disso tudo…parece que as nossas vidas deram um clareada…finalmente meu marido enxergou o que é mais importante na vida dele…enxergou a mãe que tem,a ex que teve,que hoje já a pegaram caída na rua de tão bêbada, e os filhos que mesmo com todo o carinho e dinheiro que demos,hoje,um com 14 anos e o outro com 12 anos ainda não sabem ler e escrever,e passaram a furtar pequenas coisas por onde passam…não pensamos em lutar pela guarda deles por que seria uma dor de cabeça pro resto da vida,por que eles não respeitam ninguém.

        Hoje sou uma mulher,apesar das limitações… muito mais feliz de quando eu era magra,mais jovem e tinha a pele linda…não estou feia ,não!
        Minha quelóide está só no queixo,o que um bom corretivo cobre que é uma beleza!Na barriga a roupa esconde e o meu marido não liga pra isso,eu é que tenho vergonha…e nos braços a blusa esconde também!

        Também estou trabalhando muito,apesar de ter ficado um ano sem movimentos nas mãos,hoje estou melhor do que antes,tenho uma sociedade em família , trabalhamos com biscuit e atendemos o país todo,o blog é o que está aí embaixo,visite-nos,tenho certeza de que irá gostar!

        Me desculpe pelo email longo….ui!!! Mas teria que desabafar com alguém,e vocês me deram a oportunidade,ué?!

        Espero que muitas mulheres reflitam sobre o que é ser belo e escultural…de nada adianta ficarmos sem comer,cheias de restrições para não engordar ,se lá no íntimo não somos felizes,né?Meu marido até brinca comigo…dizendo…quer emagrecer?vai cuidar da minha mãe!!!E eu digo o óbvio! Morro gorda,mas morro feliz!!! hihihi!!!


        http://www.kawaiibiscuit.blogspot.com/

        beijos meninas!!

        E até mais

        Mitiko

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          Superação II – Por Ana Luisa

          A história de superação de hoje é da leitora Ana Luisa, 22 anos, de Recife. Adorei o desabafo dela e estou muito feliz com a aceitação de vocês nessa nova tag do blog 🙂

          Quais são os padrões expostos na nossa sociedade? Será que ser gorda, magra, ter nariz grande, ser alta, baixa faz você ser o que é??
          Passei por muitas dificuldades quando era criança, me chamavam de Olivia Palito e com todos os apelidos que crianças colocam nas outras me deram um certo trauma de usar saia, short, vestido.
          Pois bem, usava sutiã de bojo pra aparentar que meu peito era maior e calça jeans era meu companheiro tanto em casa, tanto na rua. Tá certo que pra mim isso não era uma maravilha porque não era não. Contudo, com o passar do tempo passei a me ver mais e perceber que apelidos de crianças todos nós temos e que eu posso até ter pernas finas, pouco peito, mas sou feliz do jeito que sou.
          Eu sei que a mídia cotidianamente que a beleza perfeita se refere, a um corpo saudável ,a boa alimentação ,aos exercícios físicos entre outros, evidentemente que tudo isso tem um preço e que nem todos podem pagar. Mas será que tudo isso tras felicidade mesmo? Acho que não, felicidade não se resume bascimente a estética mas sim a personalidade, ao que passa no contidiano daquela determinada pessoa. Hoje eu sou uma pessoa feliz com meu corpo e me aceito do jeito que sou, afinal tantas meninas queriam ter o que eu tenho e vou sofrer é?
          Eu tenho é mais que agradecer a Jesus Cristo por essa benção e é com isso que eu sou essa magra, mas feliz. Sou uma menina que vai pro rodizio de carne pra comer e ficar feliz por que não vai chegar em casa e pensar no regime de amanhã. Hoje eu vivo o meu eu, uso meu short d amoda, minha saia cintura alta e sou feliz com minhas pernas finas.
          O certo devia todo mundo se aceitar e ser feliz com o teu e agradecer ao nosso papai do céu por mais um dia de vida.

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